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domingo, 7 de setembro de 2014

Provérbios 7

1. Meu filho, guarda minhas palavras, conserva contigo meus preceitos. Observa meus mandamentos e viverás.
2. Guarda meus ensinamentos como a pupila de teus olhos.
3. Traze-os ligados aos teus dedos, grava-os em teu coração.
4. Dize à sabedoria: Tu és minha irmã, e chama a inteligência minha amiga,
5. para que elas te guardem da mulher alheia, da estranha que tem palavras lúbricas.
6. Estava eu atrás da janela de minha casa, olhava por entre as grades.
7. Vi entre os imprudentes, entre os jovens, um adolescente incauto:
8. passava ele na rua perto da morada de uma destas mulheres e entrava na casa dela.
9. Era ao anoitecer, na hora em que surge a obscuridade da noite.
10. Eis que uma mulher sai-lhe ao encontro, ornada como uma prostituta e o coração dissimulado.
11. Inquieta e impaciente, seus pés não podem parar em casa;
12. umas vezes na rua, outras na praça, em todos os cantos ela está de emboscada.
13. Abraça o jovem e o beija, e com um semblante descarado diz-lhe:
14. Tinha que oferecer sacrifícios pacíficos, hoje cumpri meu voto.
15. Por isso saí ao teu encontro para te procurar! E achei-te!
16. Ornei minha cama com tapetes, com estofos recamados de rendas do Egito.
17. Perfumei meu leito com mirra, com aloés e cinamomo.
18. Vem! Embriaguemo-nos de amor até o amanhecer, desfrutemos as delícias da voluptuosidade;
19. pois o marido não está em casa: partiu para uma longa viagem,
20. levou consigo uma bolsa cheia de dinheiro e só voltará lá pela lua cheia.
21. Seduziu-o à força de palavras e arrastou-o com as lisonjas de seus lábios.
22. Põe-se ele logo a segui-la, como um boi que é levado ao matadouro, como um cervo que se lança nas redes,
23. até que uma flecha lhe traspassa o fígado, como o pássaro que se precipita para o laço sem saber que se trata dum perigo para sua vida.
24. E agora, meus filhos, ouvi-me, prestai atenção às minhas palavras.
25. Que vosso coração não se deixe arrastar para seguir essa mulher, nem vos extravieis em suas veredas,
26. porque numerosos são os feridos por ela e considerável é a multidão de suas vítimas.
27. Sua casa é o caminho da região dos mortos, que conduz às entranhas da morte.


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terça-feira, 7 de maio de 2013

Provérbios - 7


1. Meu filho, guarda minhas palavras, conserva contigo meus preceitos. Observa meus mandamentos e viverás.
2. Guarda meus ensinamentos como a pupila de teus olhos.
3. Traze-os ligados aos teus dedos, grava-os em teu coração.
4. Dize à sabedoria: Tu és minha irmã, e chama a inteligência minha amiga,
5. para que elas te guardem da mulher alheia, da estranha que tem palavras lúbricas.
6. Estava eu atrás da janela de minha casa, olhava por entre as grades.
7. Vi entre os imprudentes, entre os jovens, um adolescente incauto:
8. passava ele na rua perto da morada de uma destas mulheres e entrava na casa dela.
9. Era ao anoitecer, na hora em que surge a obscuridade da noite.
10. Eis que uma mulher sai-lhe ao encontro, ornada como uma prostituta e o coração dissimulado.
11. Inquieta e impaciente, seus pés não podem parar em casa;
12. umas vezes na rua, outras na praça, em todos os cantos ela está de emboscada.
13. Abraça o jovem e o beija, e com um semblante descarado diz-lhe:
14. Tinha que oferecer sacrifícios pacíficos, hoje cumpri meu voto.
15. Por isso saí ao teu encontro para te procurar! E achei-te!
16. Ornei minha cama com tapetes, com estofos recamados de rendas do Egito.
17. Perfumei meu leito com mirra, com aloés e cinamomo.
18. Vem! Embriaguemo-nos de amor até o amanhecer, desfrutemos as delícias da voluptuosidade;
19. pois o marido não está em casa: partiu para uma longa viagem,
20. levou consigo uma bolsa cheia de dinheiro e só voltará lá pela lua cheia.
21. Seduziu-o à força de palavras e arrastou-o com as lisonjas de seus lábios.
22. Põe-se ele logo a segui-la, como um boi que é levado ao matadouro, como um cervo que se lança nas redes,
23. até que uma flecha lhe traspassa o fígado, como o pássaro que se precipita para o laço sem saber que se trata dum perigo para sua vida.
24. E agora, meus filhos, ouvi-me, prestai atenção às minhas palavras.
25. Que vosso coração não se deixe arrastar para seguir essa mulher, nem vos extravieis em suas veredas,
26. porque numerosos são os feridos por ela e considerável é a multidão de suas vítimas.
27. Sua casa é o caminho da região dos mortos, que conduz às entranhas da morte.


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domingo, 7 de abril de 2013

Provérbios 7

1. Meu filho, guarda minhas palavras, conserva contigo meus preceitos. Observa meus mandamentos e viverás.
2. Guarda meus ensinamentos como a pupila de teus olhos.
3. Traze-os ligados aos teus dedos, grava-os em teu coração.
4. Dize à sabedoria: Tu és minha irmã, e chama a inteligência minha amiga,
5. para que elas te guardem da mulher alheia, da estranha que tem palavras lúbricas.
6. Estava eu atrás da janela de minha casa, olhava por entre as grades.
7. Vi entre os imprudentes, entre os jovens, um adolescente incauto:
8. passava ele na rua perto da morada de uma destas mulheres e entrava na casa dela.
9. Era ao anoitecer, na hora em que surge a obscuridade da noite.
10. Eis que uma mulher sai-lhe ao encontro, ornada como uma prostituta e o coração dissimulado.
11. Inquieta e impaciente, seus pés não podem parar em casa;
12. umas vezes na rua, outras na praça, em todos os cantos ela está de emboscada.
13. Abraça o jovem e o beija, e com um semblante descarado diz-lhe:
14. Tinha que oferecer sacrifícios pacíficos, hoje cumpri meu voto.
15. Por isso saí ao teu encontro para te procurar! E achei-te!
16. Ornei minha cama com tapetes, com estofos recamados de rendas do Egito.
17. Perfumei meu leito com mirra, com aloés e cinamomo.
18. Vem! Embriaguemo-nos de amor até o amanhecer, desfrutemos as delícias da voluptuosidade;
19. pois o marido não está em casa: partiu para uma longa viagem,
20. levou consigo uma bolsa cheia de dinheiro e só voltará lá pela lua cheia.
21. Seduziu-o à força de palavras e arrastou-o com as lisonjas de seus lábios.
22. Põe-se ele logo a segui-la, como um boi que é levado ao matadouro, como um cervo que se lança nas redes,
23. até que uma flecha lhe traspassa o fígado, como o pássaro que se precipita para o laço sem saber que se trata dum perigo para sua vida.
24. E agora, meus filhos, ouvi-me, prestai atenção às minhas palavras.
25. Que vosso coração não se deixe arrastar para seguir essa mulher, nem vos extravieis em suas veredas,
26. porque numerosos são os feridos por ela e considerável é a multidão de suas vítimas.
27. Sua casa é o caminho da região dos mortos, que conduz às entranhas da morte.


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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Provérbios 7

1. Meu filho, guarda minhas palavras, conserva contigo meus preceitos. Observa meus mandamentos e viverás.
2. Guarda meus ensinamentos como a pupila de teus olhos.
3. Traze-os ligados aos teus dedos, grava-os em teu coração.
4. Dize à sabedoria: Tu és minha irmã, e chama a inteligência minha amiga,
5. para que elas te guardem da mulher alheia, da estranha que tem palavras lúbricas.
6. Estava eu atrás da janela de minha casa, olhava por entre as grades.
7. Vi entre os imprudentes, entre os jovens, um adolescente incauto:
8. passava ele na rua perto da morada de uma destas mulheres e entrava na casa dela.
9. Era ao anoitecer, na hora em que surge a obscuridade da noite.
10. Eis que uma mulher sai-lhe ao encontro, ornada como uma prostituta e o coração dissimulado.
11. Inquieta e impaciente, seus pés não podem parar em casa;
12. umas vezes na rua, outras na praça, em todos os cantos ela está de emboscada.
13. Abraça o jovem e o beija, e com um semblante descarado diz-lhe:
14. Tinha que oferecer sacrifícios pacíficos, hoje cumpri meu voto.
15. Por isso saí ao teu encontro para te procurar! E achei-te!
16. Ornei minha cama com tapetes, com estofos recamados de rendas do Egito.
17. Perfumei meu leito com mirra, com aloés e cinamomo.
18. Vem! Embriaguemo-nos de amor até o amanhecer, desfrutemos as delícias da voluptuosidade;
19. pois o marido não está em casa: partiu para uma longa viagem,
20. levou consigo uma bolsa cheia de dinheiro e só voltará lá pela lua cheia.
21. Seduziu-o à força de palavras e arrastou-o com as lisonjas de seus lábios.
22. Põe-se ele logo a segui-la, como um boi que é levado ao matadouro, como um cervo que se lança nas redes,
23. até que uma flecha lhe traspassa o fígado, como o pássaro que se precipita para o laço sem saber que se trata dum perigo para sua vida.
24. E agora, meus filhos, ouvi-me, prestai atenção às minhas palavras.
25. Que vosso coração não se deixe arrastar para seguir essa mulher, nem vos extravieis em suas veredas,
26. porque numerosos são os feridos por ela e considerável é a multidão de suas vítimas.
27. Sua casa é o caminho da região dos mortos, que conduz às entranhas da morte.


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sábado, 16 de agosto de 2014

Proverbios 16

1. Meu filho, guarda minhas palavras, conserva contigo meus preceitos. Observa meus mandamentos e viverás.
2. Guarda meus ensinamentos como a pupila de teus olhos.
3. Traze-os ligados aos teus dedos, grava-os em teu coração.
4. Dize à sabedoria: Tu és minha irmã, e chama a inteligência minha amiga,
5. para que elas te guardem da mulher alheia, da estranha que tem palavras lúbricas.
6. Estava eu atrás da janela de minha casa, olhava por entre as grades.
7. Vi entre os imprudentes, entre os jovens, um adolescente incauto:
8. passava ele na rua perto da morada de uma destas mulheres e entrava na casa dela.
9. Era ao anoitecer, na hora em que surge a obscuridade da noite.
10. Eis que uma mulher sai-lhe ao encontro, ornada como uma prostituta e o coração dissimulado.
11. Inquieta e impaciente, seus pés não podem parar em casa;
12. umas vezes na rua, outras na praça, em todos os cantos ela está de emboscada.
13. Abraça o jovem e o beija, e com um semblante descarado diz-lhe:
14. Tinha que oferecer sacrifícios pacíficos, hoje cumpri meu voto.
15. Por isso saí ao teu encontro para te procurar! E achei-te!
16. Ornei minha cama com tapetes, com estofos recamados de rendas do Egito.
17. Perfumei meu leito com mirra, com aloés e cinamomo.
18. Vem! Embriaguemo-nos de amor até o amanhecer, desfrutemos as delícias da voluptuosidade;
19. pois o marido não está em casa: partiu para uma longa viagem,
20. levou consigo uma bolsa cheia de dinheiro e só voltará lá pela lua cheia.
21. Seduziu-o à força de palavras e arrastou-o com as lisonjas de seus lábios.
22. Põe-se ele logo a segui-la, como um boi que é levado ao matadouro, como um cervo que se lança nas redes,
23. até que uma flecha lhe traspassa o fígado, como o pássaro que se precipita para o laço sem saber que se trata dum perigo para sua vida.
24. E agora, meus filhos, ouvi-me, prestai atenção às minhas palavras.
25. Que vosso coração não se deixe arrastar para seguir essa mulher, nem vos extravieis em suas veredas,
26. porque numerosos são os feridos por ela e considerável é a multidão de suas vítimas.
27. Sua casa é o caminho da região dos mortos, que conduz às entranhas da morte.


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terça-feira, 7 de julho de 2015

Proverbios 7

1 Filho meu, guarda as minhas palavras e conserva dentro de ti os meus mandamentos.
2 Guarda os meus mandamentos e vive; e a minha lei, como a menina dos teus olhos.
3 Ata-os aos dedos, escreve-os na tábua do teu coração.
4 Dize à Sabedoria: Tu és minha irmã; e ao Entendimento chama teu parente;
5 para te guardarem da mulher alheia, da estranha que lisonjeia com palavras.
6 Porque da janela da minha casa, por minhas grades, olhando eu,
7 vi entre os simples, descobri entre os jovens um que era carecente de juízo,
8 que ia e vinha pela rua junto à esquina da mulher estranha e seguia o caminho da sua casa,
9 à tarde do dia, no crepúsculo, na escuridão da noite, nas trevas.
10 Eis que a mulher lhe sai ao encontro, com vestes de prostituta e astuta de coração.
11 É apaixonada e inquieta, cujos pés não param em casa;
12 ora está nas ruas, ora, nas praças, espreitando por todos os cantos.
13 Aproximou-se dele, e o beijou, e de cara impudente lhe diz:
14 Sacrifícios pacíficos tinha eu de oferecer; paguei hoje os meus votos.
15 Por isso, saí ao teu encontro, a buscar-te, e te achei.
16 Já cobri de colchas a minha cama, de linho fino do Egito, de várias cores;
17 já perfumei o meu leito com mirra, aloés e cinamomo.
18 Vem, embriaguemo-nos com as delícias do amor, até pela manhã; gozemos amores.
19 Porque o meu marido não está em casa, saiu de viagem para longe.
20 Levou consigo um saquitel de dinheiro; só por volta da lua cheia ele tornará para casa.
21 Seduziu-o com as suas muitas palavras, com as lisonjas dos seus lábios o arrastou.
22 E ele num instante a segue, como o boi que vai ao matadouro; como o cervo que corre para a rede,
23 até que a flecha lhe atravesse o coração; como a ave que se apressa para o laço, sem saber que isto lhe custará a vida.
24 Agora, pois, filho, dá-me ouvidos e sê atento às palavras da minha boca;
25 não se desvie o teu coração para os caminhos dela, e não andes perdido nas suas veredas;
26 porque a muitos feriu e derribou; e são muitos os que por ela foram mortos.
27 A sua casa é caminho para a sepultura e desce para as câmaras da morte.

UMA CASA CHEIA DE AVE MARIA É UMA CASA CHEIA DE GRAÇA

sábado, 7 de março de 2015

Proverbios 7

1 Filho meu, guarda as minhas palavras e conserva dentro de ti os meus mandamentos.
2 Guarda os meus mandamentos e vive; e a minha lei, como a menina dos teus olhos.
3 Ata-os aos dedos, escreve-os na tábua do teu coração.
4 Dize à Sabedoria: Tu és minha irmã; e ao Entendimento chama teu parente;
5 para te guardarem da mulher alheia, da estranha que lisonjeia com palavras.
6 Porque da janela da minha casa, por minhas grades, olhando eu,
7 vi entre os simples, descobri entre os jovens um que era carecente de juízo,
8 que ia e vinha pela rua junto à esquina da mulher estranha e seguia o caminho da sua casa,
9 à tarde do dia, no crepúsculo, na escuridão da noite, nas trevas.
10 Eis que a mulher lhe sai ao encontro, com vestes de prostituta e astuta de coração.
11 É apaixonada e inquieta, cujos pés não param em casa;
12 ora está nas ruas, ora, nas praças, espreitando por todos os cantos.
13 Aproximou-se dele, e o beijou, e de cara impudente lhe diz:
14 Sacrifícios pacíficos tinha eu de oferecer; paguei hoje os meus votos.
15 Por isso, saí ao teu encontro, a buscar-te, e te achei.
16 Já cobri de colchas a minha cama, de linho fino do Egito, de várias cores;
17 já perfumei o meu leito com mirra, aloés e cinamomo.
18 Vem, embriaguemo-nos com as delícias do amor, até pela manhã; gozemos amores.
19 Porque o meu marido não está em casa, saiu de viagem para longe.
20 Levou consigo um saquitel de dinheiro; só por volta da lua cheia ele tornará para casa.
21 Seduziu-o com as suas muitas palavras, com as lisonjas dos seus lábios o arrastou.
22 E ele num instante a segue, como o boi que vai ao matadouro; como o cervo que corre para a rede,
23 até que a flecha lhe atravesse o coração; como a ave que se apressa para o laço, sem saber que isto lhe custará a vida.
24 Agora, pois, filho, dá-me ouvidos e sê atento às palavras da minha boca;
25 não se desvie o teu coração para os caminhos dela, e não andes perdido nas suas veredas;
26 porque a muitos feriu e derribou; e são muitos os que por ela foram mortos.
27 A sua casa é caminho para a sepultura e desce para as câmaras da morte.

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quinta-feira, 7 de maio de 2015

Proverbios 7

1 Filho meu, se ficaste por fiador do teu companheiro e se te empenhaste ao estranho,
2 estás enredado com o que dizem os teus lábios, estás preso com as palavras da tua boca.
3 Agora, pois, faze isto, filho meu, e livra-te, pois caíste nas mãos do teu companheiro: vai, prostra-te e importuna o teu companheiro;
4 não dês sono aos teus olhos, nem repouso às tuas pálpebras;
5 livra-te, como a gazela, da mão do caçador e, como a ave, da mão do passarinheiro.
6 Vai ter com a formiga, ó preguiçoso, considera os seus caminhos e sê sábio.
7 Não tendo ela chefe, nem oficial, nem comandante,
8 no estio, prepara o seu pão, na sega, ajunta o seu mantimento.
9 Ó preguiçoso, até quando ficarás deitado? Quando te levantarás do teu sono?
10 Um pouco para dormir, um pouco para tosquenejar, um pouco para encruzar os braços em repouso,
11 assim sobrevirá a tua pobreza como um ladrão, e a tua necessidade, como um homem armado.
12 O homem de Belial, o homem vil, é o que anda com a perversidade na boca,
13 acena com os olhos, arranha com os pés e faz sinais com os dedos.
14 No seu coração há perversidade; todo o tempo maquina o mal; anda semeando contendas.
15 Pelo que a sua destruição virá repentinamente; subitamente, será quebrantado, sem que haja cura.
16 Seis coisas o SENHOR aborrece, e a sétima a sua alma abomina:
17 olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente,
18 coração que trama projetos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal,
19 testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia contendas entre irmãos.
20 Filho meu, guarda o mandamento de teu pai e não deixes a instrução de tua mãe;
21 ata-os perpetuamente ao teu coração, pendura-os ao pescoço.
22 Quando caminhares, isso te guiará; quando te deitares, te guardará; quando acordares, falará contigo.
23 Porque o mandamento é lâmpada, e a instrução, luz; e as repreensões da disciplina são o caminho da vida;
24 para te guardarem da vil mulher e das lisonjas da mulher alheia.
25 Não cobices no teu coração a sua formosura, nem te deixes prender com as suas olhadelas.
26 Por uma prostituta o máximo que se paga é um pedaço de pão, mas a adúltera anda à caça de vida preciosa.
27 Tomará alguém fogo no seio, sem que as suas vestes se incendeiem?
28 Ou andará alguém sobre brasas, sem que se queimem os seus pés?
29 Assim será com o que se chegar à mulher do seu próximo; não ficará sem castigo todo aquele que a tocar.
30 Não é certo que se despreza o ladrão, quando furta para saciar-se, tendo fome?
31 Pois este, quando encontrado, pagará sete vezes tanto; entregará todos os bens de sua casa.
32 O que adultera com uma mulher está fora de si; só mesmo quem quer arruinar-se é que pratica tal coisa.
33 Achará açoites e infâmia, e o seu opróbrio nunca se apagará.
34 Porque o ciúme excita o furor do marido; e não terá compaixão no dia da vingança.
35 Não se contentará com o resgate, nem aceitará presentes, ainda que sejam 

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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Provérbios 26

1. Assim como a neve é imprópria no estio e a chuva na ceifa, do mesmo modo não convém ao insensato a consideração.
2. Como um pássaro que foge, uma andorinha que voa: uma maldição injustificada permanece sem efeito.
3. O açoite para o cavalo, o freio para o asno: a vara para as costas do tolo.
4. Não respondas ao néscio segundo sua insensatez, para não seres semelhante a ele.
5. Responde ao tolo segundo sua loucura para que ele não se julgue sábio aos seus olhos.
6. Corta os pés, bebe aflições quem confia uma mensagem a um tolo.
7. As pernas de um coxo não têm força: do mesmo modo uma sentença na boca de um tolo.
8. É colocar pedra na funda cumprimentar um tolo.
9. Um espinho que cai na mão de um embriagado: tal é uma sentença na boca dos insensatos.
10. Um arqueiro que fere a todos: tal é aquele que emprega um tolo ou um embriagado.
11. Um cão que volta ao seu vômito: tal é o louco que reitera suas loucuras.
12. Tu tens visto um homem que se julga sábio? Há mais a esperar de um tolo do que dele.
13. Há um leão no caminho, diz o preguiçoso, um leão na estrada!
14. A porta gira sobre seus gonzos: assim o preguiçoso no seu leito.
15. O preguiçoso põe sua mão no prato e custa-lhe muito levá-la à boca.
16. O preguiçoso julga-se mais sábio do que sete homens que respondem com prudência.
17. É pegar pelas orelhas um cão que passa envolver-se num debate que não interessa.
18. Um louco furioso que lança chamas, flechas e morte:
19. tal é o homem que engana seu próximo e diz em seguida: mas, era para brincar.
20. Sem lenha o fogo se apaga: desaparecido o relator, acaba-se a questão.
21. Carvão sobre a brasa, lenha sobre o fogo: tal é um intrigante para atiçar uma disputa.
22. As palavras do mexeriqueiro são como guloseimas: penetram até o fundo das entranhas.
23. Uma liga de prata sobre o pote de argila: tais são as palavras ardentes com um coração malévolo.
24. O que odeia, fala com dissimulação; no seu interior maquina a fraude;
25. quando ele falar com amabilidade, não te fies nele porque há sete abominações em seu coração;
26. pode dissimular seu ódio sob aparências, e sua malícia acabará por ser revelada ao público.
27. Quem cava uma fossa, ali cai; quem rola uma pedra, cairá debaixo dela.
28. A língua mendaz odeia aqueles que ela atinge, a boca enganosa conduz à ruína.


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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Proverbios - 21

1. O coração do rei é uma água fluente nas mãos do Senhor: ele o inclina para qualquer parte que quiser.
2. Os caminhos do homem parecem retos aos seus olhos, mas cabe ao Senhor pesar os corações.
3. A prática da justiça e da eqüidade vale aos olhos do Senhor mais que os sacrifícios.
4. Olhares altivos ensoberbecem o coração; o luzeiro dos ímpios é o pecado.
5. Os planos do homem ativo produzem abundância; a precipitação só traz penúria.
6. Tesouros adquiridos pela mentira: vaidade passageira para os que procuram a morte.
7. A violência dos ímpios os conduz à [ruína], porque se recusam a praticar a justiça.
8. O caminhos do perverso é tortuoso, mas o inocente age com retidão.
9. Melhor é habitar num canto do terraço do que conviver com uma mulher impertinente.
10. A alma do ímpio deseja o mal; nem mesmo seu amigo encontrará graça a seus olhos.
11. Quando se pune o zombador, o simples torna-se sábio; quando se adverte o sábio, ele adquire a ciência.
12. O justo observa a cada do ímpio e precipita os maus na desventura.
13. Quem se faz de surdo aos gritos do pobre não será ouvido, quando ele mesmo clamar.
14. Um presente dado sob o manto extingue a cólera; uma oferta concebida às ocultas acalma um furor violento.
15. Para o justo é uma alegria a prática da justiça, mas é um terror para aqueles que praticam a iniqüidade.
16. O homem que se desvia do caminho da prudência repousará na companhia das trevas.
17. O que ama os banquetes será um homem indigente; o que ama o vinho e o óleo não se enriquecerá.
18. O ímpio serve de resgate para o justo e o pérfido para os homens retos.
19. Melhor é habitar no deserto do que com uma mulher impertinente e intrigante.
20. Na casa do sábio há preciosas reservas e óleo; um homem imprudente, porém, os absorverá.
21. Quem segue a justiça e a misericórdia, achará vida, justiça e glória.
22. O sábio toma de assalto a cidade dos heróis: destrói a fortaleza em que depositava confiança.
23. Quem vigia sua boca e sua língua preserva sua vida da angústia.
24. Chamamos de zombador um soberbo arrogante, que age com orgulho desmedido.
25. Os desejos do preguiçoso o matam porque suas mãos recusam o trabalho;
26. passam todo o dia a desejar com ardor, mas quem é justo dá largamente.
27. O sacrifício dos ímpios é abominável, mormente quando o oferecem com má intenção.
28. A testemunha mentirosa perecerá, mas o homem que escuta sempre poderá falar.
29. O ímpio aparenta um ar firme; o homem correto consolida seu proceder.
30. Nem a sabedoria, nem prudência, nem conselho podem prevalescer contra o Senhor.
31. Prepara-se o cavalo para o dia da batalha, mas é do senhor que depende a vitória.


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domingo, 14 de junho de 2015

Proverbios 14

Proverbios 14

1 A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insensata, com as próprias mãos, a derriba.
2 O que anda na retidão teme ao SENHOR, mas o que anda em caminhos tortuosos, esse o despreza.
3 Está na boca do insensato a vara para a sua própria soberba, mas os lábios do prudente o preservarão.
4 Não havendo bois, o celeiro fica limpo, mas pela força do boi há abundância de colheitas.
5 A testemunha verdadeira não mente, mas a falsa se desboca em mentiras.
6 O escarnecedor procura a sabedoria e não a encontra, mas para o prudente o conhecimento é fácil.
7 Foge da presença do homem insensato, porque nele não divisarás lábios de conhecimento.
8 A sabedoria do prudente é entender o seu próprio caminho, mas a estultícia dos insensatos é enganadora.
9 Os loucos zombam do pecado, mas entre os retos há boa vontade.
10 O coração conhece a sua própria amargura, e da sua alegria não participará o estranho.
11 A casa dos perversos será destruída, mas a tenda dos retos florescerá.
12 Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte.
13 Até no riso tem dor o coração, e o fim da alegria é tristeza.
14 O infiel de coração dos seus próprios caminhos se farta, como do seu próprio proceder, o homem de bem.
15 O simples dá crédito a toda palavra, mas o prudente atenta para os seus passos.
16 O sábio é cauteloso e desvia-se do mal, mas o insensato encoleriza-se e dá-se por seguro.
17 O que presto se ira faz loucuras, e o homem de maus desígnios é odiado.
18 Os simples herdam a estultícia, mas os prudentes se coroam de conhecimento.
19 Os maus inclinam-se perante a face dos bons, e os perversos, junto às portas do justo.
20 O pobre é odiado até do vizinho, mas o rico tem muitos amigos.
21 O que despreza ao seu vizinho peca, mas o que se compadece dos pobres é feliz.
22 Acaso, não erram os que maquinam o mal? Mas amor e fidelidade haverá para os que planejam o bem.
23 Em todo trabalho há proveito; meras palavras, porém, levam à penúria.
24 Aos sábios a riqueza é coroa, mas a estultícia dos insensatos não passa de estultícia.
25 A testemunha verdadeira livra almas, mas o que se desboca em mentiras é enganador.
26 No temor do SENHOR, tem o homem forte amparo, e isso é refúgio para os seus filhos.
27 O temor do SENHOR é fonte de vida para evitar os laços da morte.
28 Na multidão do povo, está a glória do rei, mas, na falta de povo, a ruína do príncipe.
29 O longânimo é grande em entendimento, mas o de ânimo precipitado exalta a loucura.
30 O ânimo sereno é a vida do corpo, mas a inveja é a podridão dos ossos.
31 O que oprime ao pobre insulta aquele que o criou, mas a este honra o que se compadece do necessitado.
32 Pela sua malícia é derribado o perverso, mas o justo, ainda morrendo, tem esperança.
33 No coração do prudente, repousa a sabedoria, mas o que há no interior dos insensatos vem a lume.
34 A justiça exalta as nações, mas o pecado é o opróbrio dos povos.
35 O servo prudente goza do favor do rei, mas o que procede indignamente é objeto do seu furor.

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