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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Provébios 25

1. Ainda alguns provérbios de Salomão, recolhidos pelos homens de Ezequias, rei de Judá.
2. A glória de Deus é ocultar uma coisa; a glória dos reis é esquadrinhá-la.
3. A altura dos céus, a profundeza da terra são impenetráveis, bem como o coração dos reis.
4. Tira as escórias da prata e terás um vaso para o ourives;
5. afasta o mau de presença do rei e seu trono se firmará na justiça.
6. Não te faças de pretensioso diante do rei, não te ponhas no lugar dos grandes.
7. É melhor que te digam: Sobe aqui!, do que seres humilhado diante de um personagem. O que teus olhos viram,
8. não o descubras com precipitação numa contenda, pois, no final das contas, que farás tu quando o outro te houver confundido?
9. Trata teu negócio com teu próximo de maneira a não revelar o segredo de outro,
10. para que não sejas repreendido por aquele que o ouviu nem incorras em descrédito irreparável.
11. Maçãs de ouro sobre prata gravada: tais são as palavras oportunas.
12. Anel de ouro, jóia de ouro fino: tal é o sábio que admoesta um ouvido atento.
13. Frescor de neve no tempo da colheita, tal é um mensageiro fiel para quem o envia: ele restaura a alma de seu senhor.
14. Nuvens e vento sem chuva: tal é o homem que se gaba falsamente de dar.
15. Pela paciência o juiz se deixa aplacar: a língua que fala com brandura pode quebrantar ossos.
16. Achaste mel? Come o que for suficiente: se comeres demais, tu o vomitarás.
17. Põe raramente o pé na casa do vizinho: enfastiado de ti, ele te viria a aborrecer.
18. Clava, espada, flecha penetrante: tal é o que usa de falso testemunho contra seu próximo.
19. Dente arruinado, pé que resvala: tal é a confiança de um pérfido no dia da desventura.
20. Tirar a capa num dia de frio, derramar vinagre numa ferida: isso faz aquele que canta canções a um coração atribulado.
21. Tem o teu inimigo fome? Dá-lhe de comer. Tem sede? Dá-lhe de beber:
22. assim amontoarás brasas ardentes sobre sua cabeça e o Senhor te recompensará.
23. O vento norte traz chuva e a língua detratora anuvia os semblantes.
24. É melhor habitar um canto do terraço do que viver com uma mulher impertinente.
25. Água fresca para uma garganta sedenta: tal é uma boa nova vinda de terra longínqua.
26. Fonte turva e manancial contaminado: tal é o justo que cede diante do ímpio.
27. Comer mel em demasia não é bom: usa de moderação nas palavras elogiosas.
28. Como uma cidade desmantelada, sem muralhas: tal é o homem que não é senhor de si.


Leia mais em: http://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/proverbios/25/#ixzz2leBP7bup


UMA CASA CHEIA DE AVE MARIA É UMA CASA CHEIA DE GRAÇA Liturgia Diária http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/

domingo, 25 de maio de 2014

Provérbios 25

1. Ainda alguns provérbios de Salomão, recolhidos pelos homens de Ezequias, rei de Judá.
2. A glória de Deus é ocultar uma coisa; a glória dos reis é esquadrinhá-la.
3. A altura dos céus, a profundeza da terra são impenetráveis, bem como o coração dos reis.
4. Tira as escórias da prata e terás um vaso para o ourives;
5. afasta o mau de presença do rei e seu trono se firmará na justiça.
6. Não te faças de pretensioso diante do rei, não te ponhas no lugar dos grandes.
7. É melhor que te digam: Sobe aqui!, do que seres humilhado diante de um personagem. O que teus olhos viram,
8. não o descubras com precipitação numa contenda, pois, no final das contas, que farás tu quando o outro te houver confundido?
9. Trata teu negócio com teu próximo de maneira a não revelar o segredo de outro,
10. para que não sejas repreendido por aquele que o ouviu nem incorras em descrédito irreparável.
11. Maçãs de ouro sobre prata gravada: tais são as palavras oportunas.
12. Anel de ouro, jóia de ouro fino: tal é o sábio que admoesta um ouvido atento.
13. Frescor de neve no tempo da colheita, tal é um mensageiro fiel para quem o envia: ele restaura a alma de seu senhor.
14. Nuvens e vento sem chuva: tal é o homem que se gaba falsamente de dar.
15. Pela paciência o juiz se deixa aplacar: a língua que fala com brandura pode quebrantar ossos.
16. Achaste mel? Come o que for suficiente: se comeres demais, tu o vomitarás.
17. Põe raramente o pé na casa do vizinho: enfastiado de ti, ele te viria a aborrecer.
18. Clava, espada, flecha penetrante: tal é o que usa de falso testemunho contra seu próximo.
19. Dente arruinado, pé que resvala: tal é a confiança de um pérfido no dia da desventura.
20. Tirar a capa num dia de frio, derramar vinagre numa ferida: isso faz aquele que canta canções a um coração atribulado.
21. Tem o teu inimigo fome? Dá-lhe de comer. Tem sede? Dá-lhe de beber:
22. assim amontoarás brasas ardentes sobre sua cabeça e o Senhor te recompensará.
23. O vento norte traz chuva e a língua detratora anuvia os semblantes.
24. É melhor habitar um canto do terraço do que viver com uma mulher impertinente.
25. Água fresca para uma garganta sedenta: tal é uma boa nova vinda de terra longínqua.
26. Fonte turva e manancial contaminado: tal é o justo que cede diante do ímpio.
27. Comer mel em demasia não é bom: usa de moderação nas palavras elogiosas.
28. Como uma cidade desmantelada, sem muralhas: tal é o homem que não é senhor de si.


Leia mais em: http://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/proverbios/25/#ixzz2rOrKQATd


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quinta-feira, 25 de abril de 2013

Provérbios 25


1. Ainda alguns provérbios de Salomão, recolhidos pelos homens de Ezequias, rei de Judá.
2. A glória de Deus é ocultar uma coisa; a glória dos reis é esquadrinhá-la.
3. A altura dos céus, a profundeza da terra são impenetráveis, bem como o coração dos reis.
4. Tira as escórias da prata e terás um vaso para o ourives;
5. afasta o mau de presença do rei e seu trono se firmará na justiça.
6. Não te faças de pretensioso diante do rei, não te ponhas no lugar dos grandes.
7. É melhor que te digam: Sobe aqui!, do que seres humilhado diante de um personagem. O que teus olhos viram,
8. não o descubras com precipitação numa contenda, pois, no final das contas, que farás tu quando o outro te houver confundido?
9. Trata teu negócio com teu próximo de maneira a não revelar o segredo de outro,
10. para que não sejas repreendido por aquele que o ouviu nem incorras em descrédito irreparável.
11. Maçãs de ouro sobre prata gravada: tais são as palavras oportunas.
12. Anel de ouro, jóia de ouro fino: tal é o sábio que admoesta um ouvido atento.
13. Frescor de neve no tempo da colheita, tal é um mensageiro fiel para quem o envia: ele restaura a alma de seu senhor.
14. Nuvens e vento sem chuva: tal é o homem que se gaba falsamente de dar.
15. Pela paciência o juiz se deixa aplacar: a língua que fala com brandura pode quebrantar ossos.
16. Achaste mel? Come o que for suficiente: se comeres demais, tu o vomitarás.
17. Põe raramente o pé na casa do vizinho: enfastiado de ti, ele te viria a aborrecer.
18. Clava, espada, flecha penetrante: tal é o que usa de falso testemunho contra seu próximo.
19. Dente arruinado, pé que resvala: tal é a confiança de um pérfido no dia da desventura.
20. Tirar a capa num dia de frio, derramar vinagre numa ferida: isso faz aquele que canta canções a um coração atribulado.
21. Tem o teu inimigo fome? Dá-lhe de comer. Tem sede? Dá-lhe de beber:
22. assim amontoarás brasas ardentes sobre sua cabeça e o Senhor te recompensará.
23. O vento norte traz chuva e a língua detratora anuvia os semblantes.
24. É melhor habitar um canto do terraço do que viver com uma mulher impertinente.
25. Água fresca para uma garganta sedenta: tal é uma boa nova vinda de terra longínqua.
26. Fonte turva e manancial contaminado: tal é o justo que cede diante do ímpio.
27. Comer mel em demasia não é bom: usa de moderação nas palavras elogiosas.
28. Como uma cidade desmantelada, sem muralhas: tal é o homem que não é senhor de si.


Leia mais em: http://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/proverbios/25/#ixzz2RRu9KHmT


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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Provérbios 25

1. Ainda alguns provérbios de Salomão, recolhidos pelos homens de Ezequias, rei de Judá.
2. A glória de Deus é ocultar uma coisa; a glória dos reis é esquadrinhá-la.
3. A altura dos céus, a profundeza da terra são impenetráveis, bem como o coração dos reis.
4. Tira as escórias da prata e terás um vaso para o ourives;
5. afasta o mau de presença do rei e seu trono se firmará na justiça.
6. Não te faças de pretensioso diante do rei, não te ponhas no lugar dos grandes.
7. É melhor que te digam: Sobe aqui!, do que seres humilhado diante de um personagem. O que teus olhos viram,
8. não o descubras com precipitação numa contenda, pois, no final das contas, que farás tu quando o outro te houver confundido?
9. Trata teu negócio com teu próximo de maneira a não revelar o segredo de outro,
10. para que não sejas repreendido por aquele que o ouviu nem incorras em descrédito irreparável.
11. Maçãs de ouro sobre prata gravada: tais são as palavras oportunas.
12. Anel de ouro, jóia de ouro fino: tal é o sábio que admoesta um ouvido atento.
13. Frescor de neve no tempo da colheita, tal é um mensageiro fiel para quem o envia: ele restaura a alma de seu senhor.
14. Nuvens e vento sem chuva: tal é o homem que se gaba falsamente de dar.
15. Pela paciência o juiz se deixa aplacar: a língua que fala com brandura pode quebrantar ossos.
16. Achaste mel? Come o que for suficiente: se comeres demais, tu o vomitarás.
17. Põe raramente o pé na casa do vizinho: enfastiado de ti, ele te viria a aborrecer.
18. Clava, espada, flecha penetrante: tal é o que usa de falso testemunho contra seu próximo.
19. Dente arruinado, pé que resvala: tal é a confiança de um pérfido no dia da desventura.
20. Tirar a capa num dia de frio, derramar vinagre numa ferida: isso faz aquele que canta canções a um coração atribulado.
21. Tem o teu inimigo fome? Dá-lhe de comer. Tem sede? Dá-lhe de beber:
22. assim amontoarás brasas ardentes sobre sua cabeça e o Senhor te recompensará.
23. O vento norte traz chuva e a língua detratora anuvia os semblantes.
24. É melhor habitar um canto do terraço do que viver com uma mulher impertinente.
25. Água fresca para uma garganta sedenta: tal é uma boa nova vinda de terra longínqua.
26. Fonte turva e manancial contaminado: tal é o justo que cede diante do ímpio.
27. Comer mel em demasia não é bom: usa de moderação nas palavras elogiosas.
28. Como uma cidade desmantelada, sem muralhas: tal é o homem que não é senhor de si.

Para o casal refletir.

Leia mais em: http://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/proverbios/25/#ixzz2UI4R7S9R


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segunda-feira, 25 de março de 2013

Provérbios 25


1. Ainda alguns provérbios de Salomão, recolhidos pelos homens de Ezequias, rei de Judá.
2. A glória de Deus é ocultar uma coisa; a glória dos reis é esquadrinhá-la.
3. A altura dos céus, a profundeza da terra são impenetráveis, bem como o coração dos reis.
4. Tira as escórias da prata e terás um vaso para o ourives;
5. afasta o mau de presença do rei e seu trono se firmará na justiça.
6. Não te faças de pretensioso diante do rei, não te ponhas no lugar dos grandes.
7. É melhor que te digam: Sobe aqui!, do que seres humilhado diante de um personagem. O que teus olhos viram,
8. não o descubras com precipitação numa contenda, pois, no final das contas, que farás tu quando o outro te houver confundido?
9. Trata teu negócio com teu próximo de maneira a não revelar o segredo de outro,
10. para que não sejas repreendido por aquele que o ouviu nem incorras em descrédito irreparável.
11. Maçãs de ouro sobre prata gravada: tais são as palavras oportunas.
12. Anel de ouro, jóia de ouro fino: tal é o sábio que admoesta um ouvido atento.
13. Frescor de neve no tempo da colheita, tal é um mensageiro fiel para quem o envia: ele restaura a alma de seu senhor.
14. Nuvens e vento sem chuva: tal é o homem que se gaba falsamente de dar.
15. Pela paciência o juiz se deixa aplacar: a língua que fala com brandura pode quebrantar ossos.
16. Achaste mel? Come o que for suficiente: se comeres demais, tu o vomitarás.
17. Põe raramente o pé na casa do vizinho: enfastiado de ti, ele te viria a aborrecer.
18. Clava, espada, flecha penetrante: tal é o que usa de falso testemunho contra seu próximo.
19. Dente arruinado, pé que resvala: tal é a confiança de um pérfido no dia da desventura.
20. Tirar a capa num dia de frio, derramar vinagre numa ferida: isso faz aquele que canta canções a um coração atribulado.
21. Tem o teu inimigo fome? Dá-lhe de comer. Tem sede? Dá-lhe de beber:
22. assim amontoarás brasas ardentes sobre sua cabeça e o Senhor te recompensará.
23. O vento norte traz chuva e a língua detratora anuvia os semblantes.
24. É melhor habitar um canto do terraço do que viver com uma mulher impertinente.
25. Água fresca para uma garganta sedenta: tal é uma boa nova vinda de terra longínqua.
26. Fonte turva e manancial contaminado: tal é o justo que cede diante do ímpio.
27. Comer mel em demasia não é bom: usa de moderação nas palavras elogiosas.
28. Como uma cidade desmantelada, sem muralhas: tal é o homem que não é senhor de si.


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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Provérbios 26

1. Assim como a neve é imprópria no estio e a chuva na ceifa, do mesmo modo não convém ao insensato a consideração.
2. Como um pássaro que foge, uma andorinha que voa: uma maldição injustificada permanece sem efeito.
3. O açoite para o cavalo, o freio para o asno: a vara para as costas do tolo.
4. Não respondas ao néscio segundo sua insensatez, para não seres semelhante a ele.
5. Responde ao tolo segundo sua loucura para que ele não se julgue sábio aos seus olhos.
6. Corta os pés, bebe aflições quem confia uma mensagem a um tolo.
7. As pernas de um coxo não têm força: do mesmo modo uma sentença na boca de um tolo.
8. É colocar pedra na funda cumprimentar um tolo.
9. Um espinho que cai na mão de um embriagado: tal é uma sentença na boca dos insensatos.
10. Um arqueiro que fere a todos: tal é aquele que emprega um tolo ou um embriagado.
11. Um cão que volta ao seu vômito: tal é o louco que reitera suas loucuras.
12. Tu tens visto um homem que se julga sábio? Há mais a esperar de um tolo do que dele.
13. Há um leão no caminho, diz o preguiçoso, um leão na estrada!
14. A porta gira sobre seus gonzos: assim o preguiçoso no seu leito.
15. O preguiçoso põe sua mão no prato e custa-lhe muito levá-la à boca.
16. O preguiçoso julga-se mais sábio do que sete homens que respondem com prudência.
17. É pegar pelas orelhas um cão que passa envolver-se num debate que não interessa.
18. Um louco furioso que lança chamas, flechas e morte:
19. tal é o homem que engana seu próximo e diz em seguida: mas, era para brincar.
20. Sem lenha o fogo se apaga: desaparecido o relator, acaba-se a questão.
21. Carvão sobre a brasa, lenha sobre o fogo: tal é um intrigante para atiçar uma disputa.
22. As palavras do mexeriqueiro são como guloseimas: penetram até o fundo das entranhas.
23. Uma liga de prata sobre o pote de argila: tais são as palavras ardentes com um coração malévolo.
24. O que odeia, fala com dissimulação; no seu interior maquina a fraude;
25. quando ele falar com amabilidade, não te fies nele porque há sete abominações em seu coração;
26. pode dissimular seu ódio sob aparências, e sua malícia acabará por ser revelada ao público.
27. Quem cava uma fossa, ali cai; quem rola uma pedra, cairá debaixo dela.
28. A língua mendaz odeia aqueles que ela atinge, a boca enganosa conduz à ruína.


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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Proverbios 25

1 São também estes provérbios de Salomão, os quais transcreveram os homens de Ezequias, rei de Judá.
2 A glória de Deus é encobrir as coisas, mas a glória dos reis é esquadrinhá-las.
3 Como a altura dos céus e a profundeza da terra, assim o coração dos reis é insondável.
4 Tira da prata a escória, e sairá vaso para o ourives;
5 tira o perverso da presença do rei, e o seu trono se firmará na justiça.
6 Não te glories na presença do rei, nem te ponhas no meio dos grandes;
7 porque melhor é que te digam: Sobe para aqui!, do que seres humilhado diante do príncipe. A respeito do que os teus olhos viram,
8 não te apresses a litigar, pois, ao fim, que farás, quando o teu próximo te puser em apuros?
9 Pleiteia a tua causa diretamente com o teu próximo e não descubras o segredo de outrem;
10 para que não te vitupere aquele que te ouvir, e não se te apegue a tua infâmia.
11 Como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo.
12 Como pendentes e jóias de ouro puro, assim é o sábio repreensor para o ouvido atento.
13 Como o frescor de neve no tempo da ceifa, assim é o mensageiro fiel para com os que o enviam, porque refrigera a alma dos seus senhores.
14 Como nuvens e ventos que não trazem chuva, assim é o homem que se gaba de dádivas que não fez.
15 A longanimidade persuade o príncipe, e a língua branda esmaga ossos.
16 Achaste mel? Come apenas o que te basta, para que não te fartes dele e venhas a vomitá-lo.
17 Não sejas freqüente na casa do teu próximo, para que não se enfade de ti e te aborreça.
18 Maça, espada e flecha aguda é o homem que levanta falso testemunho contra o seu próximo.
19 Como dente quebrado e pé sem firmeza, assim é a confiança no desleal, no tempo da angústia.
20 Como quem se despe num dia de frio e como vinagre sobre feridas, assim é o que entoa canções junto ao coração aflito.
21 Se o que te aborrece tiver fome, dá-lhe pão para comer; se tiver sede, dá-lhe água para beber,
22 porque assim amontoarás brasas vivas sobre a sua cabeça, e o SENHOR te retribuirá.
23 O vento norte traz chuva, e a língua fingida, o rosto irado.
24 Melhor é morar no canto do eirado do que junto com a mulher rixosa na mesma casa.
25 Como água fria para o sedento, tais são as boas-novas vindas de um país remoto.
26 Como fonte que foi turvada e manancial corrupto, assim é o justo que cede ao perverso.
27 Comer muito mel não é bom; assim, procurar a própria honra não é honra.
28 Como cidade derribada, que não tem muros, assim é o homem que não tem domínio próprio.

UMA CASA CHEIA DE AVE MARIA É UMA CASA CHEIA DE GRAÇA

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Proverbios 25

UMA CASA CHEIA DE AVE MARIA É UMA CASA CHEIA DE GRAÇA
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ambém estes são provérbios de Salomão, os quais transcreveram os homens de Ezequias, rei de Judá.
A glória de Deus está nas coisas encobertas; mas a honra dos reis, está em descobri-las.
Os céus, pela altura, e a terra, pela profundidade, assim o coração dos reis é insondável.
Tira da prata as escórias, e sairá vaso para o fundidor;
Tira o ímpio da presença do rei, e o seu trono se firmará na justiça.
Não te glories na presença do rei, nem te ponhas no lugar dos grandes;
Porque melhor é que te digam: Sobe aqui; do que seres humilhado diante do príncipe que os teus olhos já viram.
Não te precipites em litigar, para que depois, ao fim, fiques sem ação, quando teu próximo te puser em apuros.
Pleiteia a tua causa com o teu próximo, e não reveles o problema a outrem,
Para que não te desonre o que o ouvir, e a tua infâmia não se aparte de ti.
Como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo.
Como pendentes de ouro e gargantilhas de ouro fino, assim é o sábio repreensor para o ouvido atento.
Como o frio da neve no tempo da sega, assim é o mensageiro fiel para com os que o enviam; porque refresca a alma dos seus senhores.
Como nuvens e ventos que não trazem chuva, assim é o homem que se gaba falsamente de dádivas.
Pela longanimidade se persuade o príncipe, e a língua branda amolece até os ossos.
Achaste mel? come só o que te basta; para que porventura não te fartes dele, e o venhas a vomitar.
Não ponhas muito os pés na casa do teu próximo; para que se não enfade de ti, e passe a te odiar.
Martelo, espada e flecha aguda é o homem que profere falso testemunho contra o seu próximo.
Como dente quebrado, e pé desconjuntado, é a confiança no desleal, no tempo da angústia.
O que canta canções para o coração aflito é como aquele que despe a roupa num dia de frio, ou como o vinagre sobre salitre.
Se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe pão para comer; e se tiver sede, dá-lhe água para beber;
Porque assim lhe amontoarás brasas sobre a cabeça; e o SENHOR to retribuirá.
O vento norte afugenta a chuva, e a face irada, a língua fingida.
Melhor é morar só num canto de telhado do que com a mulher briguenta numa casa ampla.
Como água fresca para a alma cansada, tais são as boas novas vindas da terra distante.
Como fonte turvada, e manancial poluído, assim é o justo que cede diante do ímpio.
Comer mel demais não é bom; assim, a busca da própria glória não é glória.
Como a cidade derrubada, sem muro, assim é o homem que não pode conter o seu espírito

Provérbios 25:1-28

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Proverbios 25

1 São também estes provérbios de Salomão, os quais transcreveram os homens de Ezequias, rei de Judá.
2 A glória de Deus é encobrir as coisas, mas a glória dos reis é esquadrinhá-las.
3 Como a altura dos céus e a profundeza da terra, assim o coração dos reis é insondável.
4 Tira da prata a escória, e sairá vaso para o ourives;
5 tira o perverso da presença do rei, e o seu trono se firmará na justiça.
6 Não te glories na presença do rei, nem te ponhas no meio dos grandes;
7 porque melhor é que te digam: Sobe para aqui!, do que seres humilhado diante do príncipe. A respeito do que os teus olhos viram,
8 não te apresses a litigar, pois, ao fim, que farás, quando o teu próximo te puser em apuros?
9 Pleiteia a tua causa diretamente com o teu próximo e não descubras o segredo de outrem;
10 para que não te vitupere aquele que te ouvir, e não se te apegue a tua infâmia.
11 Como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo.
12 Como pendentes e jóias de ouro puro, assim é o sábio repreensor para o ouvido atento.
13 Como o frescor de neve no tempo da ceifa, assim é o mensageiro fiel para com os que o enviam, porque refrigera a alma dos seus senhores.
14 Como nuvens e ventos que não trazem chuva, assim é o homem que se gaba de dádivas que não fez.
15 A longanimidade persuade o príncipe, e a língua branda esmaga ossos.
16 Achaste mel? Come apenas o que te basta, para que não te fartes dele e venhas a vomitá-lo.
17 Não sejas freqüente na casa do teu próximo, para que não se enfade de ti e te aborreça.
18 Maça, espada e flecha aguda é o homem que levanta falso testemunho contra o seu próximo.
19 Como dente quebrado e pé sem firmeza, assim é a confiança no desleal, no tempo da angústia.
20 Como quem se despe num dia de frio e como vinagre sobre feridas, assim é o que entoa canções junto ao coração aflito.
21 Se o que te aborrece tiver fome, dá-lhe pão para comer; se tiver sede, dá-lhe água para beber,
22 porque assim amontoarás brasas vivas sobre a sua cabeça, e o SENHOR te retribuirá.
23 O vento norte traz chuva, e a língua fingida, o rosto irado.
24 Melhor é morar no canto do eirado do que junto com a mulher rixosa na mesma casa.
25 Como água fria para o sedento, tais são as boas-novas vindas de um país remoto.
26 Como fonte que foi turvada e manancial corrupto, assim é o justo que cede ao perverso.
27 Comer muito mel não é bom; assim, procurar a própria honra não é honra.
28 Como cidade derribada, que não tem muros, assim é o homem que não tem domínio próprio.

UMA CASA CHEIA DE AVE MARIA É UMA CASA CHEIA DE GRAÇA

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Proverbios - 21

1. O coração do rei é uma água fluente nas mãos do Senhor: ele o inclina para qualquer parte que quiser.
2. Os caminhos do homem parecem retos aos seus olhos, mas cabe ao Senhor pesar os corações.
3. A prática da justiça e da eqüidade vale aos olhos do Senhor mais que os sacrifícios.
4. Olhares altivos ensoberbecem o coração; o luzeiro dos ímpios é o pecado.
5. Os planos do homem ativo produzem abundância; a precipitação só traz penúria.
6. Tesouros adquiridos pela mentira: vaidade passageira para os que procuram a morte.
7. A violência dos ímpios os conduz à [ruína], porque se recusam a praticar a justiça.
8. O caminhos do perverso é tortuoso, mas o inocente age com retidão.
9. Melhor é habitar num canto do terraço do que conviver com uma mulher impertinente.
10. A alma do ímpio deseja o mal; nem mesmo seu amigo encontrará graça a seus olhos.
11. Quando se pune o zombador, o simples torna-se sábio; quando se adverte o sábio, ele adquire a ciência.
12. O justo observa a cada do ímpio e precipita os maus na desventura.
13. Quem se faz de surdo aos gritos do pobre não será ouvido, quando ele mesmo clamar.
14. Um presente dado sob o manto extingue a cólera; uma oferta concebida às ocultas acalma um furor violento.
15. Para o justo é uma alegria a prática da justiça, mas é um terror para aqueles que praticam a iniqüidade.
16. O homem que se desvia do caminho da prudência repousará na companhia das trevas.
17. O que ama os banquetes será um homem indigente; o que ama o vinho e o óleo não se enriquecerá.
18. O ímpio serve de resgate para o justo e o pérfido para os homens retos.
19. Melhor é habitar no deserto do que com uma mulher impertinente e intrigante.
20. Na casa do sábio há preciosas reservas e óleo; um homem imprudente, porém, os absorverá.
21. Quem segue a justiça e a misericórdia, achará vida, justiça e glória.
22. O sábio toma de assalto a cidade dos heróis: destrói a fortaleza em que depositava confiança.
23. Quem vigia sua boca e sua língua preserva sua vida da angústia.
24. Chamamos de zombador um soberbo arrogante, que age com orgulho desmedido.
25. Os desejos do preguiçoso o matam porque suas mãos recusam o trabalho;
26. passam todo o dia a desejar com ardor, mas quem é justo dá largamente.
27. O sacrifício dos ímpios é abominável, mormente quando o oferecem com má intenção.
28. A testemunha mentirosa perecerá, mas o homem que escuta sempre poderá falar.
29. O ímpio aparenta um ar firme; o homem correto consolida seu proceder.
30. Nem a sabedoria, nem prudência, nem conselho podem prevalescer contra o Senhor.
31. Prepara-se o cavalo para o dia da batalha, mas é do senhor que depende a vitória.


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domingo, 14 de junho de 2015

Proverbios 14

Proverbios 14

1 A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insensata, com as próprias mãos, a derriba.
2 O que anda na retidão teme ao SENHOR, mas o que anda em caminhos tortuosos, esse o despreza.
3 Está na boca do insensato a vara para a sua própria soberba, mas os lábios do prudente o preservarão.
4 Não havendo bois, o celeiro fica limpo, mas pela força do boi há abundância de colheitas.
5 A testemunha verdadeira não mente, mas a falsa se desboca em mentiras.
6 O escarnecedor procura a sabedoria e não a encontra, mas para o prudente o conhecimento é fácil.
7 Foge da presença do homem insensato, porque nele não divisarás lábios de conhecimento.
8 A sabedoria do prudente é entender o seu próprio caminho, mas a estultícia dos insensatos é enganadora.
9 Os loucos zombam do pecado, mas entre os retos há boa vontade.
10 O coração conhece a sua própria amargura, e da sua alegria não participará o estranho.
11 A casa dos perversos será destruída, mas a tenda dos retos florescerá.
12 Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte.
13 Até no riso tem dor o coração, e o fim da alegria é tristeza.
14 O infiel de coração dos seus próprios caminhos se farta, como do seu próprio proceder, o homem de bem.
15 O simples dá crédito a toda palavra, mas o prudente atenta para os seus passos.
16 O sábio é cauteloso e desvia-se do mal, mas o insensato encoleriza-se e dá-se por seguro.
17 O que presto se ira faz loucuras, e o homem de maus desígnios é odiado.
18 Os simples herdam a estultícia, mas os prudentes se coroam de conhecimento.
19 Os maus inclinam-se perante a face dos bons, e os perversos, junto às portas do justo.
20 O pobre é odiado até do vizinho, mas o rico tem muitos amigos.
21 O que despreza ao seu vizinho peca, mas o que se compadece dos pobres é feliz.
22 Acaso, não erram os que maquinam o mal? Mas amor e fidelidade haverá para os que planejam o bem.
23 Em todo trabalho há proveito; meras palavras, porém, levam à penúria.
24 Aos sábios a riqueza é coroa, mas a estultícia dos insensatos não passa de estultícia.
25 A testemunha verdadeira livra almas, mas o que se desboca em mentiras é enganador.
26 No temor do SENHOR, tem o homem forte amparo, e isso é refúgio para os seus filhos.
27 O temor do SENHOR é fonte de vida para evitar os laços da morte.
28 Na multidão do povo, está a glória do rei, mas, na falta de povo, a ruína do príncipe.
29 O longânimo é grande em entendimento, mas o de ânimo precipitado exalta a loucura.
30 O ânimo sereno é a vida do corpo, mas a inveja é a podridão dos ossos.
31 O que oprime ao pobre insulta aquele que o criou, mas a este honra o que se compadece do necessitado.
32 Pela sua malícia é derribado o perverso, mas o justo, ainda morrendo, tem esperança.
33 No coração do prudente, repousa a sabedoria, mas o que há no interior dos insensatos vem a lume.
34 A justiça exalta as nações, mas o pecado é o opróbrio dos povos.
35 O servo prudente goza do favor do rei, mas o que procede indignamente é objeto do seu furor.

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