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sábado, 23 de novembro de 2013

Provérbios 23


1. Quando te assentares à mesa com um grande, considera com atenção quem está diante de ti:
2. põe uma faca na tua garganta, se tu sentes muito apetite;
3. não cobices seus manjares que são alimentos enganosos.
4. Não te afadigues para te enriqueceres, evita aplicar a isso teu espírito.
5. Mal fixas os olhos nos bens, e nada mais há, porque a riqueza tem asas como a águia que voa para o céu.
6. Não comas com homem invejoso, não cobices seus manjares,
7. porque ele se mostra tal qual se calculou em si mesmo. Ele te diz: Come e bebe, mas seu coração não está contigo.
8. Comido o bocado, tu o vomitarás e desperdiçarás tuas amabilidades.
9. Não fales aos ouvidos do insensato porque ele desprezaria a sabedoria de tuas palavras.
10. Não toques no marco antigo, não penetres na terra dos órfãos
11. porque seu vingador é poderoso e defenderá sua causa contra ti.
12. Aplica teu coração à instrução e teus ouvidos às palavras da ciência.
13. Não poupes ao menino a correção: se tu o castigares com a vara, ele não morrerá,
14. castigando-o com a vara, salvarás sua vida da morada dos mortos.
15. Meu filho, se o teu espírito for sábio, meu coração alegrar-se-á contigo!
16. Meus rins estremecerão de alegria, quando teus lábios proferirem palavras retas.
17. Que teu coração não inveje os pecadores, mas permaneça sempre no temor do Senhor
18. porque [então] haverá certamente um futuro e tua esperança não será frustrada.
19. Ouve, meu filho: sê sabio, dirige teu coração pelo caminho reto,
20. não te ajuntes com os bebedores de vinho, com aqueles que devoram carnes,
21. pois o ébrio e o glutão se empobrecem e a sonolência veste-se com andrajos.
22. Dá ouvidos a teu pai, àquele que te gerou e não desprezes tua mãe quando envelhecer.
23. Adquire a verdade e não a vendas, adquire sabedoria, instruções e inteligência.
24. O pai do justo exultará de alegria; aquele que gerou um sábio alegrar-se-á nele.
25. Que teu pai se alegre por tua causa, que viva na alegria aquela que te deu à luz!
26. Meu filho, dá-me teu coração. Que teus olhos observem meus caminhos,
27. pois a meretriz é uma fossa profunda e a entranha, um poço estreito:
28. como um salteador ele fica de emboscada e, entre os homens, multiplica os infiéis.
29. Para quem os ah? Para quem os ais? Para quem as contendas? Para quem as queixas? Para quem as feridas sem motivo? Para quem o vermelho dos olhos?
30. Para aqueles que permanecem junto ao vinho, para aqueles que vão saborear o vinho misturado.
31. Não consideres o vinho: como ele é vermelho, como brilha no copo, como corre suavemente!
32. Mas, no fim, morde como uma serpente e pica como um basilisco!
33. Os teus olhos verão coisas estranhas, teu coração pronunciará coisas incoerentes.
34. Serás como um homem adormecido no fundo do mar, ou deitado no cimo dum mastro:
35. Feriram-me, dirás tu; e não sinto dor! Bateram-me... e não sinto nada. Quando despertei eu? Quero mais ainda!


Leia mais em: http://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/proverbios/23/#ixzz2lSNkNTH3

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sábado, 23 de março de 2013

Provérbios 23


1. Quando te assentares à mesa com um grande, considera com atenção quem está diante de ti:
2. põe uma faca na tua garganta, se tu sentes muito apetite;
3. não cobices seus manjares que são alimentos enganosos.
4. Não te afadigues para te enriqueceres, evita aplicar a isso teu espírito.
5. Mal fixas os olhos nos bens, e nada mais há, porque a riqueza tem asas como a águia que voa para o céu.
6. Não comas com homem invejoso, não cobices seus manjares,
7. porque ele se mostra tal qual se calculou em si mesmo. Ele te diz: Come e bebe, mas seu coração não está contigo.
8. Comido o bocado, tu o vomitarás e desperdiçarás tuas amabilidades.
9. Não fales aos ouvidos do insensato porque ele desprezaria a sabedoria de tuas palavras.
10. Não toques no marco antigo, não penetres na terra dos órfãos
11. porque seu vingador é poderoso e defenderá sua causa contra ti.
12. Aplica teu coração à instrução e teus ouvidos às palavras da ciência.
13. Não poupes ao menino a correção: se tu o castigares com a vara, ele não morrerá,
14. castigando-o com a vara, salvarás sua vida da morada dos mortos.
15. Meu filho, se o teu espírito for sábio, meu coração alegrar-se-á contigo!
16. Meus rins estremecerão de alegria, quando teus lábios proferirem palavras retas.
17. Que teu coração não inveje os pecadores, mas permaneça sempre no temor do Senhor
18. porque [então] haverá certamente um futuro e tua esperança não será frustrada.
19. Ouve, meu filho: sê sabio, dirige teu coração pelo caminho reto,
20. não te ajuntes com os bebedores de vinho, com aqueles que devoram carnes,
21. pois o ébrio e o glutão se empobrecem e a sonolência veste-se com andrajos.
22. Dá ouvidos a teu pai, àquele que te gerou e não desprezes tua mãe quando envelhecer.
23. Adquire a verdade e não a vendas, adquire sabedoria, instruções e inteligência.
24. O pai do justo exultará de alegria; aquele que gerou um sábio alegrar-se-á nele.
25. Que teu pai se alegre por tua causa, que viva na alegria aquela que te deu à luz!
26. Meu filho, dá-me teu coração. Que teus olhos observem meus caminhos,
27. pois a meretriz é uma fossa profunda e a entranha, um poço estreito:
28. como um salteador ele fica de emboscada e, entre os homens, multiplica os infiéis.
29. Para quem os ah? Para quem os ais? Para quem as contendas? Para quem as queixas? Para quem as feridas sem motivo? Para quem o vermelho dos olhos?
30. Para aqueles que permanecem junto ao vinho, para aqueles que vão saborear o vinho misturado.
31. Não consideres o vinho: como ele é vermelho, como brilha no copo, como corre suavemente!
32. Mas, no fim, morde como uma serpente e pica como um basilisco!
33. Os teus olhos verão coisas estranhas, teu coração pronunciará coisas incoerentes.
34. Serás como um homem adormecido no fundo do mar, ou deitado no cimo dum mastro:
35. Feriram-me, dirás tu; e não sinto dor! Bateram-me... e não sinto nada. Quando despertei eu? Quero mais ainda!


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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Provérbios - 23


1. Quando te assentares à mesa com um grande, considera com atenção quem está diante de ti:
2. põe uma faca na tua garganta, se tu sentes muito apetite;
3. não cobices seus manjares que são alimentos enganosos.
4. Não te afadigues para te enriqueceres, evita aplicar a isso teu espírito.
5. Mal fixas os olhos nos bens, e nada mais há, porque a riqueza tem asas como a águia que voa para o céu.
6. Não comas com homem invejoso, não cobices seus manjares,
7. porque ele se mostra tal qual se calculou em si mesmo. Ele te diz: Come e bebe, mas seu coração não está contigo.
8. Comido o bocado, tu o vomitarás e desperdiçarás tuas amabilidades.
9. Não fales aos ouvidos do insensato porque ele desprezaria a sabedoria de tuas palavras.
10. Não toques no marco antigo, não penetres na terra dos órfãos
11. porque seu vingador é poderoso e defenderá sua causa contra ti.
12. Aplica teu coração à instrução e teus ouvidos às palavras da ciência.
13. Não poupes ao menino a correção: se tu o castigares com a vara, ele não morrerá,
14. castigando-o com a vara, salvarás sua vida da morada dos mortos.
15. Meu filho, se o teu espírito for sábio, meu coração alegrar-se-á contigo!
16. Meus rins estremecerão de alegria, quando teus lábios proferirem palavras retas.
17. Que teu coração não inveje os pecadores, mas permaneça sempre no temor do Senhor
18. porque [então] haverá certamente um futuro e tua esperança não será frustrada.
19. Ouve, meu filho: sê sabio, dirige teu coração pelo caminho reto,
20. não te ajuntes com os bebedores de vinho, com aqueles que devoram carnes,
21. pois o ébrio e o glutão se empobrecem e a sonolência veste-se com andrajos.
22. Dá ouvidos a teu pai, àquele que te gerou e não desprezes tua mãe quando envelhecer.
23. Adquire a verdade e não a vendas, adquire sabedoria, instruções e inteligência.
24. O pai do justo exultará de alegria; aquele que gerou um sábio alegrar-se-á nele.
25. Que teu pai se alegre por tua causa, que viva na alegria aquela que te deu à luz!
26. Meu filho, dá-me teu coração. Que teus olhos observem meus caminhos,
27. pois a meretriz é uma fossa profunda e a entranha, um poço estreito:
28. como um salteador ele fica de emboscada e, entre os homens, multiplica os infiéis.
29. Para quem os ah? Para quem os ais? Para quem as contendas? Para quem as queixas? Para quem as feridas sem motivo? Para quem o vermelho dos olhos?
30. Para aqueles que permanecem junto ao vinho, para aqueles que vão saborear o vinho misturado.
31. Não consideres o vinho: como ele é vermelho, como brilha no copo, como corre suavemente!
32. Mas, no fim, morde como uma serpente e pica como um basilisco!
33. Os teus olhos verão coisas estranhas, teu coração pronunciará coisas incoerentes.
34. Serás como um homem adormecido no fundo do mar, ou deitado no cimo dum mastro:
35. Feriram-me, dirás tu; e não sinto dor! Bateram-me... e não sinto nada. Quando despertei eu? Quero mais ainda!


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terça-feira, 23 de abril de 2013

Provérbios 23


1. Quando te assentares à mesa com um grande, considera com atenção quem está diante de ti:
2. põe uma faca na tua garganta, se tu sentes muito apetite;
3. não cobices seus manjares que são alimentos enganosos.
4. Não te afadigues para te enriqueceres, evita aplicar a isso teu espírito.
5. Mal fixas os olhos nos bens, e nada mais há, porque a riqueza tem asas como a águia que voa para o céu.
6. Não comas com homem invejoso, não cobices seus manjares,
7. porque ele se mostra tal qual se calculou em si mesmo. Ele te diz: Come e bebe, mas seu coração não está contigo.
8. Comido o bocado, tu o vomitarás e desperdiçarás tuas amabilidades.
9. Não fales aos ouvidos do insensato porque ele desprezaria a sabedoria de tuas palavras.
10. Não toques no marco antigo, não penetres na terra dos órfãos
11. porque seu vingador é poderoso e defenderá sua causa contra ti.
12. Aplica teu coração à instrução e teus ouvidos às palavras da ciência.
13. Não poupes ao menino a correção: se tu o castigares com a vara, ele não morrerá,
14. castigando-o com a vara, salvarás sua vida da morada dos mortos.
15. Meu filho, se o teu espírito for sábio, meu coração alegrar-se-á contigo!
16. Meus rins estremecerão de alegria, quando teus lábios proferirem palavras retas.
17. Que teu coração não inveje os pecadores, mas permaneça sempre no temor do Senhor
18. porque [então] haverá certamente um futuro e tua esperança não será frustrada.
19. Ouve, meu filho: sê sabio, dirige teu coração pelo caminho reto,
20. não te ajuntes com os bebedores de vinho, com aqueles que devoram carnes,
21. pois o ébrio e o glutão se empobrecem e a sonolência veste-se com andrajos.
22. Dá ouvidos a teu pai, àquele que te gerou e não desprezes tua mãe quando envelhecer.
23. Adquire a verdade e não a vendas, adquire sabedoria, instruções e inteligência.
24. O pai do justo exultará de alegria; aquele que gerou um sábio alegrar-se-á nele.
25. Que teu pai se alegre por tua causa, que viva na alegria aquela que te deu à luz!
26. Meu filho, dá-me teu coração. Que teus olhos observem meus caminhos,
27. pois a meretriz é uma fossa profunda e a entranha, um poço estreito:
28. como um salteador ele fica de emboscada e, entre os homens, multiplica os infiéis.
29. Para quem os ah? Para quem os ais? Para quem as contendas? Para quem as queixas? Para quem as feridas sem motivo? Para quem o vermelho dos olhos?
30. Para aqueles que permanecem junto ao vinho, para aqueles que vão saborear o vinho misturado.
31. Não consideres o vinho: como ele é vermelho, como brilha no copo, como corre suavemente!
32. Mas, no fim, morde como uma serpente e pica como um basilisco!
33. Os teus olhos verão coisas estranhas, teu coração pronunciará coisas incoerentes.
34. Serás como um homem adormecido no fundo do mar, ou deitado no cimo dum mastro:
35. Feriram-me, dirás tu; e não sinto dor! Bateram-me... e não sinto nada. Quando despertei eu? Quero mais ainda!


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sábado, 23 de maio de 2015

Proverbios 23

1 Quando te assentares a comer com um governador, atenta bem para aquele que está diante de ti;
2 mete uma faca à tua garganta, se és homem glutão.
3 Não cobices os seus delicados manjares, porque são comidas enganadoras.
4 Não te fatigues para seres rico; não apliques nisso a tua inteligência.
5 Porventura, fitarás os olhos naquilo que não é nada? Pois, certamente, a riqueza fará para si asas, como a águia que voa pelos céus.
6 Não comas o pão do invejoso, nem cobices os seus delicados manjares.
7 Porque, como imagina em sua alma, assim ele é; ele te diz: Come e bebe; mas o seu coração não está contigo.
8 Vomitarás o bocado que comeste e perderás as tuas suaves palavras.
9 Não fales aos ouvidos do insensato, porque desprezará a sabedoria das tuas palavras.
10 Não removas os marcos antigos, nem entres nos campos dos órfãos,
11 porque o seu Vingador é forte e lhes pleiteará a causa contra ti.
12 Aplica o coração ao ensino e os ouvidos às palavras do conhecimento.
13 Não retires da criança a disciplina, pois, se a fustigares com a vara, não morrerá.
14 Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno.
15 Filho meu, se o teu coração for sábio, alegrar-se-á também o meu;
16 exultará o meu íntimo, quando os teus lábios falarem coisas retas.
17 Não tenha o teu coração inveja dos pecadores; antes, no temor do SENHOR perseverarás todo dia.
18 Porque deveras haverá bom futuro; não será frustrada a tua esperança.
19 Ouve, filho meu, e sê sábio; guia retamente no caminho o teu coração.
20 Não estejas entre os bebedores de vinho nem entre os comilões de carne.
21 Porque o beberrão e o comilão caem em pobreza; e a sonolência vestirá de trapos o homem.
22 Ouve a teu pai, que te gerou, e não desprezes a tua mãe, quando vier a envelhecer.
23 Compra a verdade e não a vendas; compra a sabedoria, a instrução e o entendimento.
24 Grandemente se regozijará o pai do justo, e quem gerar a um sábio nele se alegrará.
25 Alegrem-se teu pai e tua mãe, e regozije-se a que te deu à luz.
26 Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos meus caminhos.
27 Pois cova profunda é a prostituta, poço estreito, a alheia.
28 Ela, como salteador, se põe a espreitar e multiplica entre os homens os infiéis.
29 Para quem são os ais? Para quem, os pesares? Para quem, as rixas? Para quem, as queixas? Para quem, as feridas sem causa? E para quem, os olhos vermelhos?
30 Para os que se demoram em beber vinho, para os que andam buscando bebida misturada.
31 Não olhes para o vinho, quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente.
32 Pois ao cabo morderá como a cobra e picará como o basilisco.
33 Os teus olhos verão coisas esquisitas, e o teu coração falará perversidades.
34 Serás como o que se deita no meio do mar e como o que se deita no alto do mastro
35 e dirás: Espancaram-me, e não me doeu; bateram-me, e não o senti; quando despertarei? Então, tornarei a beber.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Proverbios 23


1 Quando te assentares a comer com um governador, atenta bem para aquele que está diante de ti;
2 mete uma faca à tua garganta, se és homem glutão.
3 Não cobices os seus delicados manjares, porque são comidas enganadoras.
4 Não te fatigues para seres rico; não apliques nisso a tua inteligência.
5 Porventura, fitarás os olhos naquilo que não é nada? Pois, certamente, a riqueza fará para si asas, como a águia que voa pelos céus.
6 Não comas o pão do invejoso, nem cobices os seus delicados manjares.
7 Porque, como imagina em sua alma, assim ele é; ele te diz: Come e bebe; mas o seu coração não está contigo.
8 Vomitarás o bocado que comeste e perderás as tuas suaves palavras.
9 Não fales aos ouvidos do insensato, porque desprezará a sabedoria das tuas palavras.
10 Não removas os marcos antigos, nem entres nos campos dos órfãos,
11 porque o seu Vingador é forte e lhes pleiteará a causa contra ti.
12 Aplica o coração ao ensino e os ouvidos às palavras do conhecimento.
13 Não retires da criança a disciplina, pois, se a fustigares com a vara, não morrerá.
14 Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno.
15 Filho meu, se o teu coração for sábio, alegrar-se-á também o meu;
16 exultará o meu íntimo, quando os teus lábios falarem coisas retas.
17 Não tenha o teu coração inveja dos pecadores; antes, no temor do SENHOR perseverarás todo dia.
18 Porque deveras haverá bom futuro; não será frustrada a tua esperança.
19 Ouve, filho meu, e sê sábio; guia retamente no caminho o teu coração.
20 Não estejas entre os bebedores de vinho nem entre os comilões de carne.
21 Porque o beberrão e o comilão caem em pobreza; e a sonolência vestirá de trapos o homem.
22 Ouve a teu pai, que te gerou, e não desprezes a tua mãe, quando vier a envelhecer.
23 Compra a verdade e não a vendas; compra a sabedoria, a instrução e o entendimento.
24 Grandemente se regozijará o pai do justo, e quem gerar a um sábio nele se alegrará.
25 Alegrem-se teu pai e tua mãe, e regozije-se a que te deu à luz.
26 Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos meus caminhos.
27 Pois cova profunda é a prostituta, poço estreito, a alheia.
28 Ela, como salteador, se põe a espreitar e multiplica entre os homens os infiéis.
29 Para quem são os ais? Para quem, os pesares? Para quem, as rixas? Para quem, as queixas? Para quem, as feridas sem causa? E para quem, os olhos vermelhos?
30 Para os que se demoram em beber vinho, para os que andam buscando bebida misturada.
31 Não olhes para o vinho, quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente.
32 Pois ao cabo morderá como a cobra e picará como o basilisco.
33 Os teus olhos verão coisas esquisitas, e o teu coração falará perversidades.
34 Serás como o que se deita no meio do mar e como o que se deita no alto do mastro
35 e dirás: Espancaram-me, e não me doeu; bateram-me, e não o senti; quando despertarei? Então, tornarei a beber.
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Proverbios 23

1 Quando te assentares a comer com um governador, atenta bem para aquele que está diante de ti;
2 mete uma faca à tua garganta, se és homem glutão.
3 Não cobices os seus delicados manjares, porque são comidas enganadoras.
4 Não te fatigues para seres rico; não apliques nisso a tua inteligência.
5 Porventura, fitarás os olhos naquilo que não é nada? Pois, certamente, a riqueza fará para si asas, como a águia que voa pelos céus.
6 Não comas o pão do invejoso, nem cobices os seus delicados manjares.
7 Porque, como imagina em sua alma, assim ele é; ele te diz: Come e bebe; mas o seu coração não está contigo.
8 Vomitarás o bocado que comeste e perderás as tuas suaves palavras.
9 Não fales aos ouvidos do insensato, porque desprezará a sabedoria das tuas palavras.
10 Não removas os marcos antigos, nem entres nos campos dos órfãos,
11 porque o seu Vingador é forte e lhes pleiteará a causa contra ti.
12 Aplica o coração ao ensino e os ouvidos às palavras do conhecimento.
13 Não retires da criança a disciplina, pois, se a fustigares com a vara, não morrerá.
14 Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno.
15 Filho meu, se o teu coração for sábio, alegrar-se-á também o meu;
16 exultará o meu íntimo, quando os teus lábios falarem coisas retas.
17 Não tenha o teu coração inveja dos pecadores; antes, no temor do SENHOR perseverarás todo dia.
18 Porque deveras haverá bom futuro; não será frustrada a tua esperança.
19 Ouve, filho meu, e sê sábio; guia retamente no caminho o teu coração.
20 Não estejas entre os bebedores de vinho nem entre os comilões de carne.
21 Porque o beberrão e o comilão caem em pobreza; e a sonolência vestirá de trapos o homem.
22 Ouve a teu pai, que te gerou, e não desprezes a tua mãe, quando vier a envelhecer.
23 Compra a verdade e não a vendas; compra a sabedoria, a instrução e o entendimento.
24 Grandemente se regozijará o pai do justo, e quem gerar a um sábio nele se alegrará.
25 Alegrem-se teu pai e tua mãe, e regozije-se a que te deu à luz.
26 Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos meus caminhos.
27 Pois cova profunda é a prostituta, poço estreito, a alheia.
28 Ela, como salteador, se põe a espreitar e multiplica entre os homens os infiéis.
29 Para quem são os ais? Para quem, os pesares? Para quem, as rixas? Para quem, as queixas? Para quem, as feridas sem causa? E para quem, os olhos vermelhos?
30 Para os que se demoram em beber vinho, para os que andam buscando bebida misturada.
31 Não olhes para o vinho, quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente.
32 Pois ao cabo morderá como a cobra e picará como o basilisco.
33 Os teus olhos verão coisas esquisitas, e o teu coração falará perversidades.
34 Serás como o que se deita no meio do mar e como o que se deita no alto do mastro
35 e dirás: Espancaram-me, e não me doeu; bateram-me, e não o senti; quando despertarei? Então, tornarei a beber.
UMA CASA CHEIA DE AVE MARIA É UMA CASA CHEIA DE GRAÇA

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Provérbios 26

1. Assim como a neve é imprópria no estio e a chuva na ceifa, do mesmo modo não convém ao insensato a consideração.
2. Como um pássaro que foge, uma andorinha que voa: uma maldição injustificada permanece sem efeito.
3. O açoite para o cavalo, o freio para o asno: a vara para as costas do tolo.
4. Não respondas ao néscio segundo sua insensatez, para não seres semelhante a ele.
5. Responde ao tolo segundo sua loucura para que ele não se julgue sábio aos seus olhos.
6. Corta os pés, bebe aflições quem confia uma mensagem a um tolo.
7. As pernas de um coxo não têm força: do mesmo modo uma sentença na boca de um tolo.
8. É colocar pedra na funda cumprimentar um tolo.
9. Um espinho que cai na mão de um embriagado: tal é uma sentença na boca dos insensatos.
10. Um arqueiro que fere a todos: tal é aquele que emprega um tolo ou um embriagado.
11. Um cão que volta ao seu vômito: tal é o louco que reitera suas loucuras.
12. Tu tens visto um homem que se julga sábio? Há mais a esperar de um tolo do que dele.
13. Há um leão no caminho, diz o preguiçoso, um leão na estrada!
14. A porta gira sobre seus gonzos: assim o preguiçoso no seu leito.
15. O preguiçoso põe sua mão no prato e custa-lhe muito levá-la à boca.
16. O preguiçoso julga-se mais sábio do que sete homens que respondem com prudência.
17. É pegar pelas orelhas um cão que passa envolver-se num debate que não interessa.
18. Um louco furioso que lança chamas, flechas e morte:
19. tal é o homem que engana seu próximo e diz em seguida: mas, era para brincar.
20. Sem lenha o fogo se apaga: desaparecido o relator, acaba-se a questão.
21. Carvão sobre a brasa, lenha sobre o fogo: tal é um intrigante para atiçar uma disputa.
22. As palavras do mexeriqueiro são como guloseimas: penetram até o fundo das entranhas.
23. Uma liga de prata sobre o pote de argila: tais são as palavras ardentes com um coração malévolo.
24. O que odeia, fala com dissimulação; no seu interior maquina a fraude;
25. quando ele falar com amabilidade, não te fies nele porque há sete abominações em seu coração;
26. pode dissimular seu ódio sob aparências, e sua malícia acabará por ser revelada ao público.
27. Quem cava uma fossa, ali cai; quem rola uma pedra, cairá debaixo dela.
28. A língua mendaz odeia aqueles que ela atinge, a boca enganosa conduz à ruína.


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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Proverbios - 21

1. O coração do rei é uma água fluente nas mãos do Senhor: ele o inclina para qualquer parte que quiser.
2. Os caminhos do homem parecem retos aos seus olhos, mas cabe ao Senhor pesar os corações.
3. A prática da justiça e da eqüidade vale aos olhos do Senhor mais que os sacrifícios.
4. Olhares altivos ensoberbecem o coração; o luzeiro dos ímpios é o pecado.
5. Os planos do homem ativo produzem abundância; a precipitação só traz penúria.
6. Tesouros adquiridos pela mentira: vaidade passageira para os que procuram a morte.
7. A violência dos ímpios os conduz à [ruína], porque se recusam a praticar a justiça.
8. O caminhos do perverso é tortuoso, mas o inocente age com retidão.
9. Melhor é habitar num canto do terraço do que conviver com uma mulher impertinente.
10. A alma do ímpio deseja o mal; nem mesmo seu amigo encontrará graça a seus olhos.
11. Quando se pune o zombador, o simples torna-se sábio; quando se adverte o sábio, ele adquire a ciência.
12. O justo observa a cada do ímpio e precipita os maus na desventura.
13. Quem se faz de surdo aos gritos do pobre não será ouvido, quando ele mesmo clamar.
14. Um presente dado sob o manto extingue a cólera; uma oferta concebida às ocultas acalma um furor violento.
15. Para o justo é uma alegria a prática da justiça, mas é um terror para aqueles que praticam a iniqüidade.
16. O homem que se desvia do caminho da prudência repousará na companhia das trevas.
17. O que ama os banquetes será um homem indigente; o que ama o vinho e o óleo não se enriquecerá.
18. O ímpio serve de resgate para o justo e o pérfido para os homens retos.
19. Melhor é habitar no deserto do que com uma mulher impertinente e intrigante.
20. Na casa do sábio há preciosas reservas e óleo; um homem imprudente, porém, os absorverá.
21. Quem segue a justiça e a misericórdia, achará vida, justiça e glória.
22. O sábio toma de assalto a cidade dos heróis: destrói a fortaleza em que depositava confiança.
23. Quem vigia sua boca e sua língua preserva sua vida da angústia.
24. Chamamos de zombador um soberbo arrogante, que age com orgulho desmedido.
25. Os desejos do preguiçoso o matam porque suas mãos recusam o trabalho;
26. passam todo o dia a desejar com ardor, mas quem é justo dá largamente.
27. O sacrifício dos ímpios é abominável, mormente quando o oferecem com má intenção.
28. A testemunha mentirosa perecerá, mas o homem que escuta sempre poderá falar.
29. O ímpio aparenta um ar firme; o homem correto consolida seu proceder.
30. Nem a sabedoria, nem prudência, nem conselho podem prevalescer contra o Senhor.
31. Prepara-se o cavalo para o dia da batalha, mas é do senhor que depende a vitória.


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