sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

A Flagelação

2. A Flagelação (Mt 27,26 ; Mc 15,15 ; Jo 19.1)



“Quando Me flagelaram, cuspiram sobre Mim e deram-Me tantas e tão violentas pancadas na Cabeça, que Me deixaram atordoado. Deram-Me pontapés no estômago que Me tiraram a respiração e me fizeram cair por terra, trespassado pela dor. Fizeram de Mim um verdadeiro joguete dos seus divertimentos, dando-Me pontapés, um após outro. Estava irreconhecível. O Meu Corpo estava trespassado, tal como estava também o Meu Coração. A Minha Carne, esquartejada em pedaços, pendia de todo o Meu Corpo. Um deles levantou-Me e arrastou-Me, porque as Minhas pernas já não podiam sustentar-Me”. (9.11.1986)

- Quantos de nossos irmãos são submetidos ao flagelamento, humilhados, espancados e feridos por esta sociedade em que vivemos, encastelados em seus belíssimos lares, pouco estão se ligando, se outros menos favorecidos, esquecido, marginalizados, estão necessitando de um pouco de caridade  e de misericórdia.
Pobres coitados, muitos se quer tem o mínimo para alimentar-se e alimentar a sua prole, falta-lhe emprego, moradia digna, pão, instrução, dignidade.

Que Deus tenha piedade de nós.


Fonte: TLIG.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Agonia no Getsemani

1. A Agonia no Getsemani (Mt 26,36-50 ; Mc 14,32-46 ; Lc 22,39-48 ; Jo 18,1-8)



“Ó Getsemani! Que revelaste tu senão medos, angústias, traições e abandonos! Getsemani, tu tiraste aos homens toda a coragem. Tu albergaste, em teu ambiente, dominado pelo silêncio, as Minhas Angústias, por toda a Eternidade. Getsemani, que tens tu para revelar que não tenhas já revelado? No silêncio da Santidade, tu foste testemunha da traição ao teu Deus; tu deste testemunho de Mim (...)


Quando o Amor rezou no Getsemani, milhares de demônios foram sacudidos; demônios, aterrorizados, fugiram. Havia chegado a hora: o Amor glorificava o Amor. Ó Getsemani, testemunha do Atraiçoado, testemunha do Abandonado: levanta-te, testemunha e dá testemunho! Judas traíu-Me; mas quantos mais, agora mesmo, Me atraiçoam ainda como Judas? Naquele mesmo instante, Eu sabia que o seu beijo iria ser repetido por muitos, nas gerações futuras; que esse mesmo beijo Me iria ser dado sem tréguas, renovando a Minha Angústia, lacerando o Meu Coração”.

- Ainda hoje mais de 2.000 anos se passaram e quantos de nós ainda como Judas, traímos e abandonamos Jesus, não temos coragem e nem vontade, para defender a sua causa, o seu Projeto Divino. Como Pedro, o negamos inúmeras vezes, fechamos os olhos às necessidades do próximo, negamos muitas vezes amor e carinho, somos mesquinhos, avaros e egoístas, vendo e ouvindo somente aquilo que nos interessa.

- Como ser humano imagem e semelhança de DEUS, muitas vezes ferimos e ofendemos ao Criador com nossas atitudes.

- Nesta nossa passagem por este mundo, podemos passar por momentos nas nossas vidas, "evidente que em escala muito menor", a angustia de Jesus no Getsemani. Poderemos ser traído por um amigo, negado por outro, abandonado por tantos outros, inclusive até familiares, ser perseguido, caluniado, difamado e apedrejado. Mas se estivermos em sintonia com o Pai, poderemos suportar tudo isso e vencer. Tudo depende de nós, a oração será em todos os momentos o alimento espiritual para que possamos suportar todas as mazelas que possam vir até nos.


Fonte: Tlig.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

A saúde nossa de cada dia

 
A saúde nossa de cada dia...
Por Dom Nelson Westrupp, scj, Bispo Diocesano de Santo André

A celebração anual da Quaresma é ocasião favorável para a conversão e mudança de vida, tempo de preparação intensa para a Páscoa do Senhor. “Com efeito, escreve Bento XVI em sua Mensagem para a Quaresma de 2012, este é um tempo propício para renovarmos, com a ajuda da Palavra de Deus e dos sacramentos, o nosso caminho pessoal e comunitário de fé. Trata-se de um percurso marcado pela oração e pela partilha, pelo silêncio e pelo jejum, com a esperança de viver a alegria pascal”.

“No Brasil, recorda o Texto-Base (TB), a dimensão comunitária da Quaresma é vivenciada e assumida pela Campanha da Fraternidade (CF). A cada ano, a Igreja destaca uma situação da realidade social que precisa ser mudada” (pág. 115). O tema deste ano é: “Fraternidade e Saúde Pública”, e o lema: “Que a saúde se difunda sobre a terra” (cf. Eclo 38,8).

A vida é um dom de Deus a ser protegido, preservado e difundido. Todos os seres vivos estão em jogo, sobretudo, os seres humanos. A saúde e a qualidade de vida destes seres são direitos intocáveis. A própria Oração da CF 2012 pede que ‘cuidemos’ de toda a criação.

Ao propor à nossa reflexão a Fraternidade e a Saúde Pública, a Igreja quer sensibilizar a todos sobre a dura realidade enfrentada diariamente por grande parte da população brasileira. O que mais se deseja para todo ser humano é a saúde integral. Entretanto, um número elevado de pessoas não tem acesso à assistência de Saúde Pública condizente com suas reais necessidades e dignidade. Numerosos são os cidadãos e cidadãs que não desfrutam de um “atendimento humanizado e acolhedor, realizado por profissionais qualificados..., livre de qualquer discriminação, restrição ou negação em virtude de idade, raça, cor, etnia, religião, identidade de gênero, condições econômicas ou sociais, estado de saúde, de anomalia ou de deficiência...”, conforme afirma a “Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde” (cf. TB, 141).

A Organização Panamericana de Saúde, por sua vez, afirma que “a saúde pública é o esforço organizado da sociedade, principalmente através de suas instituições de caráter público, para melhorar, promover, proteger e restaurar a saúde das populações por meio de atuações de alcance coletivo” (cf. TB, 107).

De declarações de boas intenções e de promessas feitas durante campanhas eleitorais o povo já está saturado. Na verdade, garantir para a população “saúde integral” é um dos principais desafios sociais na atualidade.

Ainda estamos longe de atingir e de seguir o exemplo de países que, de fato, dedicam atenção especial à saúde pública. Por isso, tem razão o TB da CF 2012 ao constatar que o atendimento no Sistema Público de Saúde Brasileiro deve ser melhorado, uma vez que muitas são ainda as reclamações em relação ao desrespeito à dignidade humana, frente à vulnerabilidade do sofrimento e da doença (cf. TB, 139).

Aproveitamos o ensejo para louvar e agradecer a Pastoral da Saúde de nossa Diocese e todos os Agentes de Saúde, sempre atentos e solícitos para que a saúde se difunda mais e mais sobre a terra (cf. Eclo 38,8).

A figura do bom samaritano seja a inspiração de nossa ação evangelizadora, fazendo-nos entender que não é lícito delegar o alívio do sofrimento apenas à medicina, mas que “estejamos atentos uns aos outros, para nos incentivar ao amor fraterno e às boas obras” (Hb 10,24).

Cuidar da saúde da alma e do corpo seja nosso grande desafio para este novo ano.
Publicado em 08/02/2012 - 09:11
Fonte: CNBB

Novo Núncio Apostólico

Escolhido o novo Núncio Apostólico para o Brasil


A Nunciatura Apostólica acaba de informar que o papa Bento XVI escolheu o novo Núncio Apostólico para o Brasil, sucedendo a dom Lorenzo Baldisseri. Trata-se do atual núncio da Tailândia e Camboja e Delegado Apostólico em Myanmar e Laos, dom Giovanni D Aniello.

Dom Giovanni tem 57 anos, nasceu em Aversa (Itália), foi ordenado sacerdote em dezembro de 1978. É doutor em Direito Canônico. Ingressou no Serviço Diplomático da Santa Sé em 1983, tendo desempenhado a sua atividade junto às Representações Pontifícias do Burundi, Tailândia, Líbano, Brasil e Seção para as Relações com os Estados da Secretaria de Estado, no Vaticano.
Foi nomeado Núncio Apostólico na República Democrática do Congo, em 2001, e em 2010, foi transferido para a Tailândia e Camboja.

Dom Lorenzo Baldisseri, que foi nomeado secretário para a Congregação para os Bispos, no Vaticano, escreveu uma nota em que agradece ao povo brasileiro, e em especial, aos bispos do Brasil por sua acolhida. “Ao concluir minha missão de Núncio Apostólico no Brasil, confio a estas linhas as expressões dos meus sentimentos de gratidão a todo o episcopado, ao clero e aos fiéis que me acompanharam durante estes nove anos aqui transcorridos, e por me terem facilitado o cumprimento do meu mandato”, disse dom Lorenzo.
Publicado em 10/02/2012 - 09:21
Fonte: CNBB.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Complô para matar o Papa


O cardeal colombiano Dario Castrillón Hoyos entregou ao Papa Bento XVI um documento no qual informava sobre a existência de um complô para matar o pontífice dentro de 12 meses, afirma nesta sexta-feira (10) o jornal italiano "Il Fatto Quotidiano".


Fonte:
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/02/jornal-italiano-revela-suposto-complo-para-matar-o-papa-bento-xvi.html